Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente

HISTÓRICO DA CASA REAL E IMPERIAL 
DOS GODOS DE ORIENTE


Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente 
Sua Alteza Real e Imperial Dominus Herodotus Alexandros Iº
Na vida civil o Príncipe Dom Alexandre da Silva Camêlo Rurikovich Carvalho
A Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente denominada Casa da Gothia de todo oriente, é uma dinastia memorial em representação dos antigos Reinos da Gothia.
GOTHIA é um nome dado a vários lugares onde os Godos viveram durante suas migrações.
Geograficamente hoje está localizado no Sul da Suécia, limitado a norte Svealand, com as madeiras profundas de Tiveden, Tyloskog e Kolmarden, marcação da fronteira.
A Região da GOTHIA ou GOTALAND consistia de Pequenos Reinos, o Chefe da Dinastia Real e Imperial da Gothia é denominado REX REGUM GOTHURUM – Rei de Reis dos Godos.
Sua Majestade Real e Imperial o Príncipe Dom Alexandre da Silva Camêlo Rurikovich Carvalho descende diretamente em linha Primogênita ininterrupta dos Reis de Leão e dos Reis Godos, descende diretamente de D. Gonçalo Martins Cunha Camêlo, que é descendente direto do Rei Ramiro II de Leão.
Essa linhagem das mais antigas de Portugal, proveniente de D. Paio Guterres da Silva, adiantado de Portugal, governador de muitas terras pelo Rei D. Afonso VI de Leão e seu rico-homem, fundador dos mosteiros de Cucujães, Tibães, S. Simão da Junqueira, S. Salvador do Souto e Santo Estevão de Vilela, e de João Ramires, senhor de Montor. Seu terceiro filho, D. Fernão Pais da Cunha, teve o senhorio da quinta de Cunha-a-Velha, da qual tomou o apelido. Recebeu-se com D. Mor Rendufes, filha de Rendufo Soleima e de sua mulher D. Acha, de quem teve D. Lourenço Fernandes da Cunha, que continuou a linhagem" (Armorial Lusitano, 1961, p. 187). Sanches de Baena menciona a tradição que relaciona D. Paio Guterres com Cunha a Velha, no termo de Guimarães; acrescenta porém que, segundo Jerónimo de Aponte, "D. Payo ganhou Torres Novas e que foi o primeiro que se chamou "Cunha", porque durante os cercos punha cunhas de ferro nas portas, para que os inimigos não pudessem sair; e por isso lhe deram por divisa nove cunhas azuis em campo de oiro" (Visconde Sanches de Baena, "Pombeiro da Beira", B.N.L). D. Paio Guterres era filho de D. Guterre Pelayo, companheiro de armas do Conde D.
Henrique, com quem veio da Gasconha para Portugal em 1095 e de quem obteve Póvoa do Varzim e outras terras em Guimarães, Braga e Barcelos. Os descendentes de D. Paio Guterres da Cunha entroncam em D. Afonso Henriques por duas linhas femininas: a descendência de D. Brites Gonçalves de Briteiros, mulher do primeiro Senhor de Pombeiro, e a de D. Leonor Teles de Meneses, Rainha de Portugal, casada em primeiras núpcias com D. João Lourenço da Cunha, segundo Senhor de Pombeiro. Por D. Brites e por D. Leonor Teles a família Cunha liga-se aos primeiros Reis de Portugal e consequentemente aos Capetos de França, bem como descende de "Cid El Campeador". Por casamento, os Senhores de Pombeiro ligam-se ainda aos Senhores de Melo, aos Senhores de Góis, aos Senhores de Oliveira do Conde e de Currélos. Deste ramo da família Cunha descendem ainda os Condes de Pombeiro, os Marqueses de Belas, os Condes dos Arcos e os Condes de Tarouca.
Os Godos
Os Godos eram um povo germânico originário, segundo Jordanes, das regiões meridionais da Escandinávia. Nenhuma outra fonte primária menciona esta longa migração, que poderia ter-se iniciado no Báltico ou no Mar Negro e é possível que os godos tenham se desenvolvido como um povo distinto dos demais bárbaros nas fronteiras do Império Romano . Os godos, segundo Jordanes, se distinguiam por usarem escudos redondos e espadas curtas e obedecerem fielmente a seus reis. A única fonte da história inicial dos godos é a Getica de Jordanes (publicada em 551), um resumo de Libri XII De Rebus Gestis Gothorum, história escrita por Cassiodoro, em doze volumes, por volta de 530. A obra de Cassiodoro perdeu-se e Jordanes nem mesmo deve tê-la em mãos para consulta, portanto esta fonte primária deveria ser considerada com cuidado. Cassiodoro estava no lugar certo para escrever sobre os godos, por ser ele um dos principais ministros de Teodorico o Grande, que certamente havia ouvido algumas das canções góticas que falavam de suas origens tradicionais. Outras fontes principais para a sequência da história gótica incluem a "Historiae" de Amiano Marcelino, que menciona o envolvimento gótico na guerra civil entre os imperadores Procópio e Valente em 365 e relata a crise dos refugiados e a guerra gótica de 377-382 e o "de Bello Gothico" de Procópio de Cesareia, que descreve as Guerras Góticas de 535-553. Beowulf, o herói do poema épico homônimo, era um godo. 
Origens
Os Godos originalmente eram formados por dois povos: os tervingos (povo gótico do qual possivelmente se originou os visigodos) e os grutungos (povo gótico do qual possivelmente se originou os ostrogodos). Alguns povos como os vândalos e os gépidas tinham parentesco com os Godos. A região de origem dos godos era chamada de Götaland (atual Suécia). A partir do século I os godos se instalaram na região do Vístula (atual Polônia) em torno da cultura Wielbark, substituindo a cultura Oksywie que se encontrava na região. A substituição aconteceu quando um assentamento escandinavo foi estabelecido na zona de separação entre a cultura Oksywie e a provavelmente cultura Przeworskvândala.
Todavia, durante o final da Idade do Bronze Nórdica e o começo da Idade do Ferro Pré-romana (1300 a.C. - 300 a.C.), esta região sofreu influências do sul da Escandinávia. De fato, a influência escandinava na Pomerânia e no atual norte da Polônia a partir de 1300 a.C. foi a partir daí tão considerável que esta região é às vezes incluída na cultura da Idade do Bronze Nórdica. Acredita-se que os godos tenham cruzado o mar Báltico em algum momento entre o fim da Idade do Bronze Nórdica (300 a.C.) e o ano 100de nossa era. De acordo com pesquisas antigas, na tradicional província sueca de Östergötland, evidências arqueológicas mostram que houve uma despovoação geral durante este período. No entanto, isto não é confirmado nas publicações recentes. No entanto, a cultura gótica também parece ter tido continuidade a partir das antigas culturas da região, o que sugere que os imigrantes se mesclaram com as populações nativas, talvez fornecendo sua aristocracia em separado. O acadêmico de Oxford, Heather, sugere que foi uma migração relativamente pequena a partir da Escandinávia. Este cenário tornaria a migração através do Báltico similar a muitos outros movimentos populacionais na história, tal como a invasão anglo-saxã, onde os imigrantes impuseram suas próprias cultura e língua sobre as locais. A cultura Willenberg/Wielbark se deslocou para sudeste em direção à região do mar Negro a partir da metade do século II. Foi a parte mais antiga da cultura Wielbark, localizada a oeste do Vístula e que possuía tradições funerárias escandinavas, que iniciou o deslocamento. Na Ucrânia, eles se impuseram como governantes da cultura Zarubintsy local, provavelmente eslava, formando a cultura Chernyakhov. Os assentamentos Chernyakhov ficavam nos campos abertos nos vales dos rios. As casas incluem residências subterrâneas, residências de superfície e barracas. O maior assentamento conhecido (Budesty) possuía 35 hectares. A maioria dos assentamentos era aberto e não fortificado. Algumas fortalezas são também conhecidas. Os cemitérios Chernyakhov incluem funerais de cremação e de inumação; entre os últimos, a cabeça está para o norte. Alguns túmulos foram deixados vazios. Objetos encontrados nas tumbas incluem cerâmica, pentes de osso e ferramentas de ferro, mas quase nunca qualquer arma. A partir do século III os godos já estavam bem assentados e a partir dai começaram a fazer incursões para o sul em direção aos Bálcãs. A partir de 263 os godos começaram a penetrar nos Bálcãs e a atacar diversas regiões romanas, saqueando Bizâncio em 267. Dois anos depois, os godos sofreram uma esmagadora derrota na Batalha de Naissus (269) onde acabaram por serem repelidos de volta para o mar Negro. Apesar da maioria dos guerreiros nômades demonstrassem serem sanguinários, os godos eram temerosos porque os cativos capturados nas batalhas eram sacrificados ao seu deus da guerra, Tyr, e as armas tomadas eram penduradas em árvores como oferendas. Seus reis e sacerdotes eram procedentes de uma aristocracia separada e seus reis míticos do passado eram honrados como deuses.
Reino Godo no mar Negro 
O Godo Athanerik é considerado o primeiro rei godo. Em torno do ano 300 unificou todas as tribos godas sob sua soberania e formou o primeiro reino godo em terras da atual Ucrânia e Rússia, terras até então pertencentes à cultura Chernyakhov. Não se sabe em que data seu sucessor assumiu, porém sabe-se que seu sucessor foi Achiulfo. Durante o governo de Achiulfo, os godos ocuparam as terras que rodeiam o Volga e submetendo os sármatas, citas e gépidas. Em 350 Achiulfo foi sucedido por Hermenerico. Hermenerico, também conhecido pelas variantes Hermanarico e Ermanrico, foi o ultimo rei dos godos unificados, às vésperas das invasões bárbaras do Império Romano. Embora os limites exatos de seu território ainda sejam obscuros, ele parece ter se estendido a partir do sul dos pântanos de Pripet, entre os rios Don e Dniester. Sabe-se com alguma segurança apenas que os feitos militares de Hermenerico fizeram com que ele fosse temido pelos povos vizinhos, e que cometeu suicídio ao desesperar-se por não poder resistir com sucesso aos hunos, que invadiram seu território a partir de 370. Seu reino foi destruído e seu povo acabou dividindo-se em visigodos e ostrogodos. Os visigodos se mantiveram sob o rei Fritigerno e os ostrogodos com o rei Vitimiro. Tanto os ostrogodos quanto os visigodos nitidamente se romanizaram durante o século IV pela influência do comércio com os bizantinos, e por sua participação em um pacto militar com Bizâncio para ajuda militar mútua. Eles se converteram ao arianismo durante esta época. 
O Reino de Leão 
O reino medieval de Leão teve a sua origem nos Reis Godos e na transferência da capital do reino das Astúrias de Oviedo para a cidade de Leão, nos tempos de Afonso III das Astúrias. Mais tarde, por sua morte, este rei dividiu o seu reino entre os seus três filhos: Fruela II governou nas Astúrias, Ordonho II na Galiza, e Garcia I em Leão; pelas suas mortes sucessivas, todos viriam a reinar sobre o reino de Leão. Entidade hegemónica, por alguns períodos de tempo o reino de Leão se dividiu noutros vários reinos (Castela, Galiza, Portugal), para depois se voltar a unificar (excepto Portugal, que não mais voltou à sua órbita); extinguiu-se em 1230, quando foi definitivamente absorvido por Castela; desde então os reis daquele reino foram também reis de Leão.
 Os Cunha-a-Velha
A origem do sobrenome Cunha vem de D. Guterre Pelaio, descendente dos reis de Leão e companheiro de D. Henrique, pai do primeiro rei de Portugal.
D. Guterre Pelaio foi pai de D. Paio Guterres da Cunha.
Este sobrenome lhe foi agregado pois colocava “cunhas” nos portões dos castelos para que seus moradores não pudessem sair. Recebeu por este motivo um brasão em que constavam 9 cunhas em campo de ouro. D. Paio casou-se com D. Ouzenda Hermiges de Alboazar que era filha de D. Trastamiro Alboazar, neto de Mendola Gonçalves, filha do Conde Gonçalo Nunes.
Um seu descendente, D. Martim Lourenço da Cunha, foi o primeiro Senhor de Pombeiro. Casou-se com D. Maria Gonçalves de Briteiro, neta do rei Afonso III de Portugal. Foi ele pai de D. João Lourenço da Cunha que se casou com D. Leonor Teles, filha de Martim Afonso Teles de Meneses e de D. Aldonga de Vasconcelos.
Esta D. Leonor Teles foi rainha de Portugal ao se casar com D. Fernando I, depois que este anulou seu primeiro casamento.
D. Leonor Teles e D. João Lourenço da Cunha tiveram o filho Álvaro da Cunhaque foi o 3o Senhor de Pombeiro e participou junto com D. Henrique de Castela do cerco de Lisboa em 1384, na luta que se seguiu entre Portugal e Castela, após a morte de D. Fernando I.
A Família Camêlo
Camêlo (apelido) é um apelido de família cuja origem é anterior ao século XV e encontra-se ligado ao apelido da família Cunha visto descender de um ramo desta família. Segundo os Genealogistas, este apelido provem da pessoa de D. Gonçalo Martins da Cunha, "O Camelo", que era filho de D. Martim Lourenço da Cunha e de sua mulher, D. Sancha Garcia da Penha. Apesar de nos seus alvores esta família não ter tido grande poder económico, e mesmo ter estado com algum declínio social, vieram a atingir uma confortável e sólida posição sócio económica entre as principais famílias de Portugal como atesta a nobiliárquica do século XV. Foi a Dom Lopo Rodrigues Camêlo, então a exercer o cargo de escrivão da Câmara e Cavaleiro da Casa de D. Sebastião de Portugal, que este rei concedeu, corria o ano de 1576, novas Armas de Brasão, pelo facto de D. Lopo lhe ter salvo a vida, quando estiveram em via de se afogar ao atravessarem umcurso de água durante uma viagem que fazia na companhia daquele monarca de Odemira para a cidade de Coimbra.


Os Direitos e Prerrogativas Hereditárias e Soberanas de Sua Majestade Real e Imperial o Príncipe Dom Alexandre da Silva Camêlo Rurikovich Carvalho são amplamente reconhecidos e confirmados pelos Direitos Internacionais da Convenção de New York de 1958 da qual 142 Nações são signatárias.
A Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente é reconhecida por inúmeros decretos de excelsas Famílias Imperiais e Reais, e ainda pelas inúmeras Bulas Patriarcais e Apostólicas de inviolável fé, concedidos pelos mais diversos Patriarcados Orientais e outros, próprios das diversas Comunidades Cristãs.


Além das prerrogativas de Chefe Soberano da Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente, Sua Majestade Real e Imperial o Príncipe Dom Alexandre da Silva Camêlo Rurikovich Carvalho é Grão Mestre Soberano das Ordens de Sua Casa Real e Imperial.
Soberana Ordem Equestre Príncipe da Paz;
Real Ordem dos Cavaleiros Sarmathianos.
Sua Majestade Real e Imperial o Príncipe Dom Alexandre da Silva Camêlo Rurikovich Carvalho é Presidente da FEBACLA – Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes.
Maiores informações poderão ser solicitadas através dos seguintes e-mails:
dr.alexandrecarvalhojp@hotmail.com /cavaleiros.sarmathianos@gmail.com

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